Polícia Civil de Brasiléia soluciona caso de latrocínio contra motorista de aplicativo e três mulheres e dois homens são acusados

O caso do motorista de aplicativo que foi assassinado em um ramal no km 10 da BR 317 (Estrada do Pacífico), praticamente está encerrado, uma vez que o trabalho de investigação descobriu os envolvidos diretamente no crime classificado como latrocínio (roubo seguido de morte) e acerto de contas entres grupos criminosos rivais.

As investigações, segundo a delegada titular de Brasiléia, Carla Ivane, teria começado após um outro assassinato ocorrido na cidade de Cobija (lado boliviano), quando Diego da Silva Dantas, que era considerado foragido da justiça do Acre, foi morto a tiros no Bairro Mapajo, dentro de um apartamento em meados de fevereiro passado.

No dia 12 de março, quase um mês depois, as autoridades policiais foram acionadas para averiguar um corpo localizado no km 10. Este seria de Airton Fernandes Ferreira, que estava desaparecido a mais de 24 horas e seus familiares já estavam à sua procura.

Sua morte teria ocorrido após membros de um grupo criminoso terem julgado que Airton teria envolvimento no assassinato de Diego no lado boliviano. Duas mulheres apareceram em um vídeo falando da participação do crime e foram identificadas pelas autoridades.

A partir daí, o quebra-cabeça foi montado, sendo identificados cinco pessoas que contrataram motorista de aplicativo para uma suposta corrida. Após cometeram o crime, levaram o veículo para o lado boliviano, onde foi localizado com o apoio das autoridades do país vizinho e apreendido.

Uma das mulheres que aparecem no vídeo, teve sua prisão preventiva autorizada e foi presa, sendo transferida para o presídio na Capital, onde aguardará o pronunciamento da Justiça. Os demais, estão sendo procurados para serem levados ao juizado e respondam pelo crime.

Compartir